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Noite Eterna: Sangue sobre Cedro
Enviado por Hariel Noone | Seg, 10/19/2009 - 19:31 |
Autor: Noone, Hariel D.
Editora: Alta Life Books
Edição: 01/2005
Idioma: Português
Número de Páginas: 256
I.S.B.N.: 857608077X
O fantástico universo dos vampiros é muito bem explorado em Sangue Sobre Cedro, o primeiro volume da série Noite Eterna. Aqui, Hariel D. Noone transporta o leitor para um mundo proibido, onde o necessário para sobreviver é matar.
O romance segue uma linha cronológica e histórica, coincidindo com a mesma linha da História da Humanidade. Isso possibilita encontrar, mesmo que nas entrelinhas, cada uma das grandes passagens e marcos da humanidade. Com isso , Sangue Sobre Cedro mostra que, apesar dos vampiros pertencerem a uma outra raça, possuírem seus rituais e costumes particulares e de existirem à sombra, eles habitam o mesmo território e, consequentemente, presenciaram cada passo da evolução humana.
Depois de ler Sangue Sobre Cedro você pensará melhor sobre o ditado: “ Que seja eterno enquanto dure!”
(Trechos do Release Jornalístico feito por Alessandro Sani)
Texto da Contra-Capa:
É ESSE O INFERNO! É AQUI QUE JAZEM OS SONHOS...
SANGUE SOBRE CEDRO. E O SANGUE SEMPRE FALA MAIS ALTO.
“Abre teus olhos agora, criança. Lê com atenção o que te mostro a cada avançar da pena. Este é o marco memorável do que deixei de ser, de tudo o que deveria ter-me tornado e não consegui. O conhecimento gera responsabilidades e acarreta inúmeros males, dentre eles, o de carregar o fardo da eternidade.
Aprender o que eu deveria ser não foi o mais difícil, em absoluto. Terrível foi-me, e ainda me é, saber que não pude deixar a humanidade para trás e que, por causa disso, nunca cheguei de fato a ser o que deveria. E a verdade sempre esteve lá, implícita pelas discussões, oculta pelo brilho maravilhoso das esmeraldas.
Mas havia um feudo, inteiro, a construir! Havia um império a erguer, de forma que não me restava muito tempo para pensar... ou de fato não desejava pensar em nada que não fosse na eternidade que nos surgia à frente, na grandiosidade de sonhos outros e na esperança de que ele, um dia, seria meu. É precisamente aqui que retomo a narrativa."